Satanás odeia o sexo feminino

Rômulo Ribeiro  »   Ponto de Vista | maio 2021

A Grande Mídia faz questão de relatar diariamente o número de óbitos pela Covid-19, mas raramente ouvimos falar sobre as pessoas que estão morrendo de fome e, principalmente, sobre as vítimas de violência doméstica e urbana que se instalou em nosso país após as medidas restritivas de prefeitos e governadores. As mulheres formam o grupo mais afetado – não só pelo desemprego – mas pelos ataques sofridos por bandidos soltos nas ruas e por maridos e filhos agressivos dentro de casa. Em apenas seis meses de quarentena, as denúncias de violência contra a mulher ao canal 180 já haviam aumentando 40%.  Este aumento de brutalidade doméstica deve ser muito maior, considerando que as vítimas, isoladas dentro de casa com o próprio agressor, não têm condições de fazer os devidos boletins de ocorrências.

Desde o Jardim do Éden, o Diabo tem lançado os seus dardos inflamados contra a mulher, criada para auxiliar o varão e complementá-lo em sua missão de servir ao Criador. Adão deixou bem claro: “… Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada” (Gênesis 2.23). Depois de fazê-la cair no pecado, o Diabo criou muitas dificuldades para a sobrevivência da mulher sobre a face da terra, a começar pela dor da conceição e a fragilidade de seu sexo em relação ao do homem (Gênesis 3.16). Desde então, ela passou a ser usada como objeto sexual e instrumento político. Daniel 11.7 profetizou a respeito de uma princesa, conhecida como “filha das mulheres”, que seria usada para selar a paz entre os reinos do Sul (Egito) e do Norte (Grécia), mas como o casamento foi arranjado, esta princesa não conseguiu satisfazer ao marido e a tal paz não foi conquistada. Através da descendência do Pai Abraão, as mulheres passaram a gozar maior respeito e admiração por parte dos homens, mas foi somente no Novo Testamento que elas começaram a desfrutar direitos iguais e respeito dentro da sociedade.

O Movimento Feminista inviabiliza o papel que Deus delineou para a mulher neste mundo: inocente, pura, mãe do Senhor Jesus Cristo! Sim! Todas as mulheres judias sonhavam com este privilégio, mas só Maria foi a escolhida para servir de vaso para o Filho de Deus. Daí ser chamada de “bendita entre as mulheres”. O Movimento LGTB também tem sido outro dardo inflamado do Diabo contra as mulheres, pois, além de feminizar muitos de nossos rapazes, alicia as jovens moças ao celibato mesmo contra a vontade delas. Nem todas as 31 milhões de solteiras no Brasil estão nesta situação por decisão própria, mas justamente porque faltam homens masculinos. Na verdade, há mais homens solteiros, mas que não são capazes de amar e cuidar de uma mulher. O Movimento Pelo Controle de Natalidade prega a liberdade ao aborto; porém, mal sabem essas mães que por detrás do direito ao infanticídio jaz o domínio dos homens globalistas e que elas estão sendo usadas como ferramentas de despovoação assim como já ocorre com as mulheres que vivem em certos países comunistas.

Satanás odeia a mulher! Ele promete que ela será como Deus, conhecendo o bem e o mal e que pode comer do fruto proibido, mas não lhe avisa das duríssimas consequências ao fugir de seu papel principal de auxiliadora, pilar moral e ético de uma sociedade. Ele odiou a mulher antes do nascimento de Jesus e passou a odiá-la muito mais após o nascimento do Messias: “Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis” (Provérbios 31:10).

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