Por que o mundo odeia Donald J. Trump?

Rômulo Ribeiro  »   Ponto de Vista | dezembro 2020

Ponto de Vista Bíblico »

Sua vitória eleitoral em 2016 surpreendeu até mesmo o Partido Republicano que levou cerca de um ano para começar a apoiá-lo. Antes mesmo de sua posse, agentes mal-intencionados, de vários órgãos governamentais, já buscavam indícios de crimes que pudessem ser usados contra o novo presidente e, consequentemente, desapossá-lo do cargo. Ele foi investigado por três anos e meio ao custo de 48 milhões de dólares, mas a conclusão dos investigadores antitrumpistas foi exatamente a de que não havia provas para incriminá-lo. Em seguida, o Partido Democrata iniciou um processo de impeachment para enfraquecer a sua administração já que a possibilidade de retirá-lo da Casa Branca era menos que zero. Enquanto isso, o seu governo prosperava em todas as políticas adotadas nas áreas econômica, externa, interna, saúde, educação, segurança, imigração e infraestrutura. No início do ano de 2020, a reeleição de Donald J. Trump era dada como certa. Coincidentemente, o vírus da Covid-19 foi lançado no mundo, mas só após a última tentativa fracassada de derrubá-lo do poder: o impeachment no congresso. Em novembro de 2020, apesar de receber 11 milhões de votos a mais que em 2016, ele perdeu as eleições para o democrata Joe Biden cujos votos enviados pelo correio o transformaram no presidente mais votado de todos os tempos, acima até mesmo de Barack Hussein Obama.

Enfrentando um congresso hostil e uma mídia completamente parcial em favor do Partido Democrata, Donald J. Trump conseguiu cumprir, se não todas, quase todas as suas promessas de campanha que o elegeram em 2016: construiu um muro para impedir a entrada de imigrantes ilegais, abaixou os impostos para as empresas e indivíduos, para cada medida regulatória, duas precisavam ser abolidas, incentivou o retorno de empresas americanas, se aproveitando da mão de obra barata de outros países, para o solo nativo, alcançou o “pleno emprego” antes da pandemia do novo Coronavírus, que muito beneficiou as minorias, retirou a obrigatoriedade do plano universal de saúde, Obamacare, investiu nas áreas urbanas através de seu mais ilustre ministro da Habitação, o cirurgião afro descendente, Ben Carson. Ele revitalizou as Forças Armadas e, finalmente, criou um plano de saúde que amparasse integralmente soldados veteranos de guerra. Todavia, um dos atos internos mais odiados pela Grande Mídia e rivais políticos foi o apoio incondicional ao direito à vida, The Anti-Abortion Movement, através da indicação de três juízes superconservadores para a Suprema Corte Norte-Americana. Outra promessa realizada, mas que foi debochada até mesmo pelos grandes cientistas do mundo, como Anthony Fauci, foi a entrega de uma ou mais vacinas para a Covid-19 até o final de 2020. Este presidente reuniu as melhores cabeças e não faltou investimento para que a imunização fosse pesquisada, encontrada, fabricada e distribuída em tempo record. Felizmente, o mundo tinha um homem de negócio na Casa Branca durante a pandemia e não um político por natureza. 

Enquanto os Estados Unidos prosperavam, Donald J. Trump freou a locomotiva chinesa que estava devorando todos os países do mundo (inclusive o Brasil) através de um câmbio artificial e mão de obra barata. Muitos países estão produzindo para sustentar a voracidade da China enquanto que os seus próprios cidadãos precisam lidar com a escassez de produtos e a alta da inflação em suas economias de mercado. Além do Partido Comunista Chinês, Donald J. Trump também enfrentou os países aliados, os obrigando a rever os termos climáticos e comercias que pouparam a economia da China e da Europa, mas sobretaxaram a dos americanos. Os membros da OTAN, Organização do Tratado do Atlântico Norte, tiveram que pagar por sua própria proteção ao invés de depender integralmente do aliado mais rico. O presidente americano, contra todas as opiniões internacionais e nacionais, reconheceu Jerusalém como a capital oficial de Israel e intermediou vários tratados de paz entre Israel e seus vizinhos árabes, deixando o Irã, a Rússia e a China mais isolados no Oriente Médio. Imperdoável mesmo foi ele ter se retirado do tratado nuclear com o Irã e aplicado sansões que colocaram os aiatolás de sobre os seus joelhos. Ele conseguiu derrotar o grupo terrorista ISIS e trazer a maioria dos soldados americanos de volta para a casa.

Só Deus sabe se Donald J. Trump foi realmente derrotado pelos incontáveis votos à distância e pelas urnas eletrônicas da empresa internacional chamada Dominion ou se ele retornará com mais força agora ou em 2024. Nós só temos certeza que o mundo o odeia pelas mesmas razões que nós deveríamos admirá-lo e que a última palavra não vem da Mídia, dos governos mundiais e nem mesmo dos eleitores, fantasmas ou reais. A última palavra vem sempre de Deus! Ele está no controle!

Esta sentença é por decreto dos vigias, e esta ordem por mandado dos santos, a fim de que conheçam os viventes que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer, e até ao mais humilde dos homens constitui sobre ele” (Daniel 4.17).

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