Obedecer a Jeová Sempre foi, é, e sempre será – a Melhor Escolha

Mário Maracaipe  »   outubro 2021

Deus trouxe Moisés ao mundo quando Israel sofria sob o mais cruel período da escravidão egípcia – quando Faraó, temendo o poderio hebreu, determinou que seus bebês fossem mortos logo ao nascer – parteiras do “SUS” egípcio foram escolhidas para executarem a vil missão. Esse ardil falhou porque as parteiras egípcias temiam à Jeová, o Deus hebreu, e escolheram – sob o risco de suas vidas e de suas famílias – obedecer ao Deus dos hebreus e desobedecer ao deus Faraó. Possivelmente as parteiras falaram a verdade à Faraó acerca das hebreias darem à luz antes de elas chegarem posto que, elas mesmas teriam alertado as grávidas sobre o risco que corriam e, assim as parteiras seriam chamadas somente após o parto realizado. Jeová abençoou as parteiras e protegeu suas famílias que, talvez, sairiam com Israel no seu futuro Êxodo (Ex 1.8-21).

Fracassado o primeiro ardil, o rei escancarou o infanticídio e ordenou ao seu povo que afogassem os bebês hebreus machos no rio – talvez como “oferenda” ao deus Nilo. Havia, contudo, um casal de pais crentes que, por sua fé no seu Deus e Messias que viria, decidiram corajosamente que desobedeceriam a Faraó e ocultariam seu lindo filhinho o quanto pudessem. Deus abençoou Anrão e Joquebede de um modo surpreendentemente miraculoso. Miriã ainda mocinha, talvez serva da princesa egípcia, possivelmente saberia de uma eventual esterilidade da filha de Faraó, além de conhecer o local onde ela se banhava nas “sagradas” águas do Nilo, quiçá em busca da cura da esterilidade. Com a benção dos seus bravos e temerosos pais, Miriã depositou Moisés na cesta calafetada e a colocou no local apropriado, sem saber o que poderia ocorrer. Então iniciou-se uma série de milagres! Jeová dá graça ao bebê e sua família, levando a princesa a amá-lo e acolhê-lo, apesar de saber que ele era um hebreu (devido à circuncisão realizada pelos pais em meio ao infanticídio!). A filha do Faraó corria o risco de ser descoberta e talvez, punida. Deus abençoou a princesa que nomeou seu filho de “Moshe” (“recebido, dado” – pelo “deus” Nilo) e concedeu-lhe que convivessem durante 40 anos. Outro milagre aconteceu quando a filha de Faraó, à procura de uma “ama de leite” para Moisés foi dirigida por Deus à Miriã que lhe indicou a sua mãe para cria-lo até sua meninice –recebendo ainda salário para viver com seu filho, fruto da corajosa fé no Deus que abençoa os que lhe obedecem! (Ex 1.22-2.10).

Moisés, após 40 anos, chamado por Jeová, renega sua casa real e une-se ao seu povo para, em seguida refugiar-se no deserto onde, por 40 anos pastorearia ovelhas. Moisés então com 80 anos, obedecendo a contragosto o chamado de Jeová, volta ao Egito. A partir daí Deus revela a magnitude da sua graça para com os que o obedecem, e seu juízo para com os que o desobedecem: o bebê outrora depositado pelos pais no “túmulo” do Nilo, sendo salvo e criado pela princesa – sob as vistas do “avô” infanticida – tornou-se o instrumento de Jeová na miraculosa libertação de Israel – povo fruto da obediência de Abrão. Moisés também foi instrumento divino para “afogar” o deus Nilo no sangue dos bebês a ele oferecidos. Passados 80 anos do infanticídio, todos os egípcios desobedientes – do rei ao escravo – experimentariam a dor experimentada pelos hebreus: veriam seus filhos mortos sob o juízo de Deus (Ex 3-12; At 7.23).

A obediência das parteiras egípcias, de Anrão e Joquebede, de Miriã e – por que não? – Até da filha de Faraó, são exemplos para nós cristãos que aguardamos a vinda de Jesus, o mesmo Deus dos hebreus, o qual novamente descerá para fazer seu povo subir. Assim, como aqueles irmãos, testicaremos com nossos próprios olhos que, obedecer à Deus sempre foi, é, e sempre será, a melhor escolha – sob as situações mais adversas e ainda que demore gerações! (Ex 3.8; 15; Hb 11.23-29,39,40).

YouTube: Família, Jardim de Deus

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