Mobilização e voluntariado

Carlos Moraes  »  outubro 2020

Editorial »

“Fiel é o que vos chama, o qual também o fará” (1 Tessalonicenses 5.24)

A definição de mobilização, de acordo com os dicionários, é o “processo de tornar móvel uma parte fixa”, e voluntariado é a “qualidade ou a condição daquele que decide prestar serviço voluntário, ou, simplesmente, o serviço dos voluntários”.

Diante das definições dessas duas palavras que são imprescindíveis para o contexto missional da Igreja, podemos entender a dificuldade da realização da obra de Deus do que diz respeito à evangelização e expansão da obra missionária, que é a tarefa da Igreja neste mundo.

A mobilização de voluntários vai depender de dois fatores fundamentais: a convocação de quem quer a mobilização e a disposição de voluntários que respondam à mesma. Além disso, ainda será necessário a capacitação dos voluntários mobilizados.

Isso posto, e olhando para a história da Igreja, verificamos que, a maior parte do que tem sido realizado no mundo desde que foi dado a Grande Comissão aos discípulos de Jesus, tem sido feito por voluntários mobilizados.

Claro que não podemos dispensar a formação dos obreiros de tempo integral, consagrados de modo especial para o pastorado e para as mais diversas áreas do serviço cristão na obra local e missionária. E esses, na verdade, são os que serão usados, normalmente, para fazer a convocação, mobilização e capacitação dos voluntários.

Para que o evangelho alcance o mundo, movimentando-se em todas as direções, temos que levar a sério esse processo organizacional. A Igreja, como organismo, Corpo Vivo de Cristo, que cresce e se desenvolve, não dispensa a organização que envolve mobilização, através da convocação capaz de receber resposta do voluntariado. Esse voluntariado constitui as diversas partes desse corpo que se movimenta até que Cristo volte.

Quando Jesus fez a solene constatação de que a seara é grande, mas os trabalhadores são poucos, não se tratava de uma questão momentânea e pontual. Ele se referia a uma realidade permanente que tem sido observada ao longo dos séculos e assim será até o fim da dispensação da graça nestes últimos dias da era da Igreja.

Convocar, nada mais é do que convidar. Podemos dizer, em toda convocação, que sempre há vagas para voluntários na obra de Deus. Ao ouvir a convocação, seja voluntário. Você pode ser extremamente útil, em muitas questões pontuais no que diz respeito ao serviço, à oração e à contribuição financeira. Sempre haverá algo que você pode fazer atendendo ao apelo de quem convoca.

Através da MBAM – Missão Brasileira de Apoio aos Missionários, você pode ser uma grande bênção como voluntário, ainda que seja com uma pequena oferta regular ou esporádica abençoando de modo especial a divulgação e capacitação dos que servem na vanguarda da obra de Deus.

Além da publicação do Jornal de Apoio, que divulga os trabalhos das diversas missões, a MBAM está se preparando para muitas outras atividades para atender ao seu lema que é “servindo aos que servem”.  Não fique de fora. Seja um voluntário. Junte-se a nós.

“Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vos conceda” (João 15.16)

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