Dicas de Leitura

Alexandre Aquino  »  novembro 2020

Como foi nos dias de Noé
Jeff Kinley
www.chamada.com.br

Jesus disse que haveria paralelos impressionantes entre o tempo de Noé e os últimos dias. Isso já é assim hoje? Um vislumbre fascinante do que está por vir!

Este livro é uma prévia deslumbrante dos últimos dias da terra. A profecia de Jesus de que os últimos dias do planeta Terra seriam como foi nos dias de Noé é amplamente esquecida. O que ele queria dizer com isso? Que haveria paralelos impressionantes entre o tempo de Noé e os últimos dias – com avisos acerca do juízo iminente de Deus sobre o mundo. A profecia de Jesus está sendo cumprida atualmente? Se sim, qual deveria ser nossa reação? Como foi nos dias de Noé explora as semelhanças entre os dois períodos, tais como o aumento rápido da maldade e o desprezo cada vez mais flagrante por Deus. Um recurso poderoso que examina os sinais de que estamos nos aproximando do fim dos tempos; afirma a urgência de alcançar os perdidos com a compaixão e a verdade divinas; e equipa você a viver sabiamente e “remir o tempo” de forma que conte para a eternidade.


Visões e ilusões políticas
David T. Koyzis
www.vidanova.com.br

Nesta obra, que é uma análise e crítica cristã das ideologias contemporâneas, o cientista político David Koyzis examina as principais ideologias de nossos dias, incluindo o liberalismo, o conservadorismo, o nacionalismo, a democracia e o socialismo. Koyzis oferece uma análise bastante cuidadosa e crítica de cada ideologia, com a finalidade de explicitar as questões espinhosas inerentes a cada cosmovisão. São apresentados tanto os pontos fortes como os fracos de cada ideologia. Em sua conclusão, o autor propõe modelos alternativos que desafiam sobretudo os cristãos que trabalham na esfera pública, bem como os cientistas políticos e estudantes do pensamento político moderno.


Perdão total na igreja
Maurício Zágari
mundocristao.com.br

Há algo de muito errado quando a igreja deixa de ser um espaço de cura e restauração. De tanto ferir e ser feridos, muitos cristãos cinicamente aceitam como inevitável o que tanto entristece a Deus. Com seu talento criativo e faro jornalístico, Maurício Zágari conversou com anônimos e figuras conhecidas para compreender esse triste fenômeno do cristianismo. O resultado vai muito além do mero desabafo. Zágari apresenta histórias tocantes de pessoas cuja dor angustiante lhes fere a alma. No entanto, ele também mostra que o perdão não só é possível, mas acessível para um coração sincero diante de Deus. Enquanto cristãos se desentendem e se ferem mutuamente, a igreja perde parte importante de seu potencial transformador e, sem se dar conta, concede cada vez mais espaço a quem aposta no caos e no sofrimento.

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