“Capitalismo Inclusivo” e o Papa Francisco – a última etapa da economia globalizada

Redação JA  »  fevereiro 2021

Desde 2018 uma aliança entre Rothschild e o Vaticano do Papa Francisco, foi exposta ao mundo e deixou no ar muitas perguntas que ainda não foram devidamente respondidas. Sob a denominação de “Conselho para o Capitalismo Inclusivo”, (ou Capitalismo Sustentável) essa aliança mostra pelo menos a direção para onde estamos sendo conduzidos economicamente na ditadura capitalista mais cruel de todos os tempos, preparando a etapa final para o governo do anticristo (Ap 13.17). Suas empresas hoje estão nos EUA, na Europa, na Ásia… Tudo indica que só falta mesmo o arrebatamento (Ap 15.52).

O Capitalismo Global, através de suas fraudes monumentais nos megaempreendimentos, e nos ataques às nações, está realizando grandes mudanças desde 2008. Está promovendo, a partir do Fórum Econômico Mundial, o que eles chamam de “A Grande Restauração da Ordem Capitalista Mundial”.

A criação desse “Conselho para o Capitalismo Inclusivo” vai delineando os rumos da economia global sem mais esconder que se trata de um movimento de negócios envolvendo o setor público, por eles dominados, na construção de um sistema econômico mais “inclusivo, sustentável e confiável” que atenda às “necessidades de todos os povos do planeta”. Mas, o que eles não divulgam com clareza é que, o que eles chamam de “necessidades de todos os povos do planeta” satisfaz apenas a execução do plano globalista de dominação do grande Capital, definido na Agenda 2030 e que envolve empresas e governos controlados pelo poder real. Trata-se de uma minoria que quer a posse e o controle das riquezas do mundo inteiro.

Os membros desse “Conselho para o Capitalismo Inclusivo” assumem compromissos ​​alinhados com os pilares do Fórum Econômico Mundial para a criação do que estão denominando de “Capitalismo Inclusivo”, a etapa final do Capitalismo de Dominação.

O envolvimento do Vaticano através do Papa Francisco, visa silenciar o “grito dos pobres” que eles dizem querer ajudar respondendo às demandas sociais de suas necessidades por uma vida mais justa. Só que essas necessidades são eles que definem, e deverá ser suprida através de uma renda mínima universal, apenas para a sobrevivência. A pandemia global tem propiciado um ensaio geral para essa reformatação das ações de dominação.

O atual modelo de globalização que tomou forma depois da Segunda Guerra Mundial, sob a liderança do FMI que agia, de forma discreta, sob os auspícios das entidades capitalistas mega-corporativas, mais poderosas do que os governos nacionais, agora, já não escondem mais suas intenções de empobrecer a população mundial a fim de exercer o controle total. O golpe final pode ter sido iniciado em 2008, através da “aparente decadência” que está sendo capaz de propiciar as mudanças necessárias. Digo “aparente decadência” porque o neoliberalismo desenfreado promoveu a maior e mais obscena concentração de riqueza de todos os tempos, a ponto de controlar, por completo, a economia global.

De certa forma, tudo isso faz parte do plano para amordaçar as lideranças que ousam criar meios para distribuição mais justa das riquezas entre os trabalhadores em geral. Essa brutal concentração do Capital, tornará possível, em breve, o controle total sobre o “comprar e vender” (Ap 13.17).

Ao trazer o Papa abertamente para o seu lado, os idealizadores do “Capitalismo Inclusivo” dão um passo importante para a globalização liderada pelos magnatas do poder real que controlam as riquezas através de múltiplas organizações que têm como gestores, personagens selecionados, denominados “Guardiões de Rothschild”. Essas personagens, quase intocáveis, auxiliam na formatação do “Capitalismo Inclusivo”. Entre as principais organizações estão as fundações que levam os nomes de figuras como Ford, Rockefeller, Gates, e dezenas de outros.

No lado empresarial há centenas de megaempresas como, DuPont, Merck, Johnson & Johnson, Visa, Mastercard, Bank of America, Allianz Insurance, Apple, Microsoft, Facebook, IBM, IKEA, Lockheed Martin, Ericsson, Deloitte, Sixsmith… e por aí vai.

O poder real, que há muito tempo está nas mãos das megaempresas transnacionais, que exercem o controle internacional capitalista faz o jogo sujo contra as multidões mais necessitadas que se amontoam mundo afora. Eles sabem que, principalmente no Ocidente, dominado por sucessivos imperialismos, a geração pós 1945 foi condicionada a apoiar o capitalismo contra tudo que for contrário. Para essa geração, todos que defendem os pobres e optam por governos trabalhistas são marcados como inimigos da livre iniciativa. Eles vão alimentando a criação de forças opositoras que são controladas por eles mesmos. Por muito tempo foi a Guerra Fria, e agora, é a Guerra Hibrida.

Mas o que está em andamento sob a batuta do poder real, através do Conselho do Fórum Econômico Mundial, é a Redefinição Global do Capitalismo, agora “Inclusivo”, para parecer socialismo ou trabalhismo.

Essa enganação, agora com a narrativa de preservação cultural, vai emburrecer ainda mais as massas populares e impor a economia distópica da Agenda 2030. Sob os auspícios do Poder Real, todo tipo de crime é praticado em uma visível e acelerada concentração de riquezas, através de golpes contra nações para se apoderarem do que lhes interessa, até negócios com líderes de cartéis e de organizações religiosas que caem no engodo do discurso politicamente correto da ética e dos bons costumes. Até os salvos, descuidados e mal informados, momentaneamente dão crédito aos seus discursos. No passado, as pessoas que eles usavam, pelo menos deveriam aparentar comportamento correto, seguindo o antigo provérbio que remonta ao Império Romano: “À mulher de César não basta ser honesta, deve parecer honesta”. Atualmente os seus fantoches praticam todo tipo de imoralidade, como múltiplos casamentos e práticas mentirosas, ao mesmo tempo em que sustentam o discurso da defesa da pátria, da família, dos bons costumes e dos valores judaico-cristãos, como gostam de dizer.

Resetando para reiniciar

Neste ano de 2021, nos dias 13 a 16 de maio, o Fórum Econômico Mundial será realizado em Cingapura (não em Davos) e terá como tema “O Grande Reinício” (The Great Reset). Desde 2008 eles tiveram certeza de que seria necessário resetar tudo e recomeçar. Como a mudança será bem diferente daquelas que no passado levavam mais tempo, seria necessário preparar os governantes para isso a fim de que o plano não tivesse grandes opositores.

Por essa razão, seria fundamental incluir o Vaticano do Papa Francisco, pois na pauta do debate está a “desigualdade social e a inclusão”. Eles estão propondo um novo “contrato social” capaz de dignificar o ser humano, inclusive os mais necessitados. Quanta hipocrisia! Esse ensaio geral propiciado pela pandemia já deixou claro que o atual “contrato social” está falido. Somos a geração do maior experimento social jamais praticado pelo Capital Global, donos do Poder Real. Trouxeram à tona todas as mazelas geradas pelas discriminações, sejam raciais, sociais, religiosas, etnocêntricas, ideológicas, intergeracional, educacional, funcional e de gênero, entre outras. Trazendo à tona para o debate todos esses males que afligem as pessoas, a balbúrdia fica estabelecida. Como sempre, o lema é dividir para controlar.

A escolha do Papa Francisco como parceiro para conferir credibilidade aos mega-capitalistas de Rothschild foi uma jogada de mestre do Poder Real. Certamente a autoridade vaticana já está com um “cadáver no armário” desde que assumiu no lugar de Bento XVI. Não podemos esquecer que o argentino Jorge Mário Bergoglio assumiu a chefia do Estado do Vaticano devido à abdicação de Joseph Aloisius Ratzinger no dia 28 de fevereiro de 2013.

Renúncia papal não acontece com regularidade, mas em casos extremos. Antes de Bento XVI, o último a renunciar foi Gregório XII, em 1415, devido ao Grande Cisma Católico, ou seja, 598 anos antes de 2013. Sem valorizar possíveis teorias conspiracionais, sabemos que Ratzinger não abdicaria apenas pela alegada fragilidade física. Desde a sua saída e a entrada de Bergoglio, os bastidores do catolicismo se dividiu entre os dois papas.

2008 a 2021 – Um resumo

A crise de 2008 mostrou a realidade sobre o mercado financeiro mundial, trazendo sérias consequências, principalmente, para os Estados Unidos e para a Europa. Desde então, “movimentos populares” foram desencadeados no mundo todo, começando com a Primavera Árabe, e espalhando uma aparente onda revolucionária através de manifestações e protestos que ocorreram no Oriente Médio e no Norte da África entre dezembro de 2010 até meados de 2012. Através de manipulação midiática, movimentos de protestos inundaram as páginas as mídias exigindo mudanças, não se sabe do que. Aqui no Brasil, por exemplo, os protestos começaram em 2013, por causa do aumento das tarifas de transporte público e a imprensa conseguiu transformar em um movimento que conduziu às mudanças que estão em andamento a passos largos.

2030 – A distopia de ser feliz sem nada possuir

A previsão que o Poder Real faz é que, até 2030, as pessoas aprenderão a ser “felizes sem nada terem”. As multidões desempregadas farão qualquer negócio para sobreviver, inclusive aceitando uma renda básica e as restrições impostas. Serão forçadas a entregarem todos os seus bens em troca da vida. O Poder Real tomará conta de tudo e a maioria será cancelada em suas pretensões de autonomia. Para salvar o planeta será imposto a consumo sustentável imposto pelo Capitalismo Inclusivo.

Os direitos dos pobres estão sendo anulados, pois eles são considerados excedentes. Estão sendo roubados atualmente para que tudo seja entregue às megaempresas, principalmente nas áreas agrícolas. O Brasil, por exemplo, foi barrado em seu desenvolvimento e autonomia nacional e está sendo transformado em uma grande área rural.

Estão erradicando a nossa identidade pessoal e social a fim de facilitar a manipulação e submissão através da padronização do comportamento coletivo. Os donos do Poder Real estão empurrando as nações para a dependência econômica e vão alimentar as massas com micróbios bio-sintetizados e transformados em alimento nos seus laboratórios. Trata-se de uma visão distópica, fria e calculista, mas eles querem, a todo custo, erradicar a vontade humana individual. E o prazo para isso é 2030. Maranata!

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