Achataram a nossa liberdade!

Rômulo Ribeiro  »   Ponto de Vista | março 2022

Desde o ataque de 11 de setembro, o mundo ocidental passou a conviver com menos liberdade financeira, de locomoção e, principalmente, de privacidade. Agora, os países compartilham os nossos dados bancários, as nossas movimentações turísticas e fazem uma radiografia do nosso corpo cada vez que embarcamos em um avião ou navio. No início de 2020, o medo atacou mais uma vez através do novo coronavírus e os líderes da Terra, comungados em busca de uma Nova Ordem Mundial, não perderam tempo para introduzir novas leis sem as quais jamais poderiam reprogramar um novo padrão cultural e econômico que igualará a maioria das pessoas por baixo na pirâmide social. Engana-se quem pensa que o viés dessas mudanças seja apenas financeiro. Na verdade, os governos da Terra estão freneticamente procurando conter a natividade humana e a exploração dos recursos naturais sob o pretexto que o mundo será destruído em alguns anos se os homens não cessarem as suas atividades industriais sobre o planeta. Prova disso é o New Green Deal (Novo Acordo Verde) que o Congresso Americano ainda não conseguiu aprovar, mas que prevê todas essas mudanças citadas acima.

Ainda não foi através do 11 de Setembro e muito menos através da Covid-19 que o governo mundial do Anticristo será instalado, mas, com certeza, haverá outros eventos, cada vez mais próximos, para consolidar o controle social que os governos desejam exercer sobre as suas populações. A pandemia do novo coronavírus, no entanto, serviu para alertar às igrejas sobre a iminência da Volta de Cristo e o surgimento do homem mais endemoninhado que já passou por este mundo, o Anticristo. A China Vermelha seria hoje o melhor resumo de como será a sociedade mundial durante esta época: controle demográfico, mão de obra escrava, informação supervisionada e atos dos cidadãos valendo pontos e limitando os seus projetos. Até dois anos atrás, o que acontecia só debaixo do regime comunista chinês está ocorrendo agora na América do Sul, América do Norte, Ásia, Oceania e Europa. Assim como acontece na China, os contradizentes estão sendo perseguidos pelas Big Techs, Velha Mídia, Big Pharms e pelos governos que são adeptos à Nova Ordem Mundial.

Os cidadãos mais atentos já perceberam que a crise sanitária está sendo usada politicamente para a obtenção de poder cada vez maior sobre a vida das pessoas. Hoje, o nosso maior problema se chama “falta de liberdade”. Dois meses após os lockdowns mundiais para achatar a curva das infecções por Covid-19, a comissária dos Direitos Humanos da ONU fez um alerta surpreendente, partindo de alguém das Nações Unidas, mas com muita sobriedade política. Ela disse que, apesar da necessidade de se proteger contra o novo vírus, todas as medidas precisariam ser proporcionais e com período limitado de dias. Não poderiam ser para sempre (Michelle Bachelet on France 24)! Dois anos depois, líderes políticos e sanitários, que pensaram que nunca seriam cobrados por suas medidas draconianas, estão entrando em pânico. Vejamos alguns assaltos que foram cometidos contra as nossas liberdades civis e não nos enganemos quanto às intenções de controle social por detrás de cada um deles: liberdade para aprender (escolas fechadas, limitando o desenvolvimento social, emocional e intelectual de nossas crianças); liberdade para trabalhar (obrigatoriedade do uso de máscara e a inoculação de vacinas experimentais, além do fechamento do comércio); liberdade de expressão (as Big Techs como YouTube, Facebook e Instagram e a Velha Mídia criaram checadores de notícias, censurando qualquer informação que não fosse validada pela narrativa oficial); liberdade religiosa (ao mesmo tempo que pessoas podiam se aglomerar nos meios de transporte público, não podiam se reunir nos templos, mesmo praticando distanciamento social). 

Como igreja, Deus não nos chamou para sermos desobedientes ao governo humano, mas Ele nos alertou para que não fôssemos enganados: “Acautelai-vos, que ninguém vos engane” (Mateus 24.4). Enquanto aguardamos pelo Arrebatamento da Igreja, precisamos nos posicionar do lado da liberdade de expressão e, principalmente, religiosa. Nunca foi tão fácil escolher os nossos candidatos políticos como agora. Basta pesquisar de que lado eles estiveram durante a pandemia: do lado dos lockdowns infindáveis ou da liberdade de ir e vir?  Do lado do acolhimento precoce da Covid-19 ou do fique em casa até sentir falta de ar? Do lado do fechamento das igrejas ou da responsabilidade individual? Do lado dos médicos que trabalharam na linha de frente ou dos burocratas que impuseram as suas leis no isolamento de suas lindas casas? Do lado dos trabalhadores que perderam os seus empregos e dos empresários que perderam as suas empresas ou dos políticos que continuaram a receber os seus altos salários e a aumentar os nossos impostos durante a pandemia?  De acordo com a diretoria do CONCORD Europa, Tanya Cox, há apenas três cenários pós-pandêmicos: a vida irá voltar ao normal apesar da vigilância cibernética,as leis voltarão ao normal ou as leis tornar-se-ão mais intrusivas e sufocantes, conforme descrito no livro intitulado 1984 de George Orwell. Na verdade, o cenário pós-pandêmico de cada país irá depender do quadro político predominante naquele momento.  Pensemos nisso antes de lançar os nossos votos nas próximas eleições e oremos para que não haja fraudes. Maranata!

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