A sociedade distópica dos dias finais: sem dinheiro, sem família e sem privacidade

Redação JA  »  março 2021

“Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!”
Isaías 5:20

A sociedade destes tempos finais da dispensação da Igreja, despreza por completo qualquer princípio cristão e coloca a Palavra de Deus como algo totalmente ultrapassado. Para essa sociedade distópica, os princípios morais não têm valor, pois é marcada pela inversão de valores.

Com o rápido avanço da tecnologia, as soluções apresentadas são tecnocráticas e visam acabar com a privacidade, com o dinheiro e com a família. Com a privacidade e o dinheiro, porque querem um controle total; com a família, porque ela é uma barreira para os seus intentos.

As grandes mudanças na sociedade ocorrem em meio às crises, fazendo-nos lembrar que, etimologicamente, o termo crise carrega em seu significado a ideia de metamorfose, como a crisálida dentro do casulo que, ao sair, está renovada como borboleta. Na crise a mudança deixa de ser uma opção e passa a ser necessidade que exige adaptação, reinvenção para superação.

Mas a crise tem, também, a capacidade de escancarar o que há de pior no ser humano e nas suas instituições e sistemas organizacionais, sejam sociais, políticos, econômicos, educacionais, e até religiosos. Por isso, em meio à atual crise pandêmica na qual vivemos, a perspectiva é de destruição de tudo para um reinício planejado em benefício de uma minoria. A expectativa é que o mundo jamais viu o que está para acontecer nesses três primeiros anos da terceira década do terceiro milênio.

O “cardápio” dos últimos anos em relação aos acontecimentos, nos leva aos sinais dos tempos profetizados sobre o fim dos tempos:

Essas, e muitas outras passagens bíblicas constituem uma radiografia dos nossos dias.

Diante do risco de morte iminente, há uma forte propensão para as pessoas aceitarem proteção e segurança para terem paz. Para isso, a maioria está disposta a tudo. E Satanás, que sabe disso, deixou claro como age ao lidar com Jó: “Então, Satanás respondeu ao Senhor: Pele por pele, e tudo quanto o homem tem dará pela sua vida. (Jó 2.4).

Dinheiro e privacidade

É muito importante lembrar que, dinheiro é símbolo e não necessariamente riqueza. A riqueza verdadeira, a princípio, é que dá lastro ao dinheiro. Sabe-se há muito, que os donos do poder estão enganando as pessoas com o dinheiro que está sendo impresso de maneira tão aleatória que não passa de papel pintado. Há muito tempo que o Federal Reserve (EUA) despeja na economia trilhões de dólares gerados do nada. O que os poderosos querem, de fato, são as riquezas reais naturais que geram as riquezas tecnológicas utilizáveis.

A moeda física vem sendo substituída por símbolos diferentes há décadas. Neste momento, o dinheiro é mais virtual do que físico. As pessoas querem passar o cartão e saber que o bem a ser consumido foi pago. Em meio à pandemia, o dinheiro está sendo considerado, literalmente, sujo, e, a maioria de nós está lavando, também literalmente, todo dinheiro que nos chega às mãos. Estamos sendo treinados a não querer mais o “status” do dinheiro físico que pode espalhar doenças através de vírus e bactérias.

Abolindo o dinheiro físico, automaticamente consuma-se o fim da privacidade que já vem sendo sistematicamente violada pelos governos. A proteção da “antiquada” privacidade foi trocada pela segurança, o que, na verdade, não passa de enganação, pois o alvo é rastrear cada indivíduo por motivos que poucos sabem. Até mesmo empresas que não se encaixarem, serão descartadas deixando de receber certificações digitais. A identidade biométrica vai nos grampear a todos neste distópico mundo novo. O que chamavam de “conspirações” já se tornou realização.

A última etapa do plano, é aniquilar a família. Por décadas temos assistido à aprovação de leis que vão diminuindo a importância da família na sociedade. Mas não são apenas as leis, pois há um trabalho sistemático através de todos os meios possíveis para minar a família. A concentração de riquezas de um lado e as práticas abusivas, abortivas e de gênero, do outro lado, tem conduzido as pessoas a optarem por não constituírem família, pelo menos nos moldes tradicionais.

Uma resposta para “A sociedade distópica dos dias finais: sem dinheiro, sem família e sem privacidade”

  1. ALEXANDRE DUTRA disse:

    Muito bom esse artigo. Real, claro e objetivo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *